Amigos do Blog

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Ajude ao Asilo de Idoso na sua Cidade


Não Maltratem os Animais



   

 

 

 

 

 

 

 

O respeito pelos animais começa desde cedo!

 Ensine seu filho a respeitar os animais! 

 

"Nós seres humanos, estamos na natureza

para auxiliar o progresso dos animais, 

na mesma proporção que os anjos estão 

para nos auxiliar. Portanto quem chita ou 

maltrata um animal é alguém que não aprendeu a amar"

Chico Xavier


 

sábado, 30 de março de 2013

Páscoa

A palavra Páscoa vem do hebraico Pessach que significa passagem e caracteriza em tempos atuais como a maior e a mais importante festa da Cristandade, uma data em que todos os cristãos do mundo celebram a Ressurreição de Jesus Cristo depois de sua crucificação, no ano 30 ou 33 da Era Comum.
 
Segundo os estudiosos da bíblia, Deus mandou 10 pragas sobre o Egito. Na última delas (Êxodo cap 12), Moisés avisou que todos os primogênitos egípcios seriam exterminados com a passagem do anjo da morte por sobre suas casas, mas os de Israel seriam poupados.
 
Para isso, o povo de Israel deveria imolar um cordeiro, passar o sangue do cordeiro imolado sobre as portas de suas casas, e o anjo passaria por elas sem ferir seus primogênitos. Todos os demais primogênitos do Egito foram mortos, do filho do Faraó aos filhos dos prisioneiros. Isso causou intenso clamor dentre o povo egípcio, que culminou com a decisão do Faraó de libertar o povo de Israel, dando início ao Êxodo de Israel para a Terra Prometida.
 
De acordo com os mesmos estudiosos, o evento da Páscoa representa a passagem de um tempo de trevas para outro de luzes, isto muito antes de ser considerada uma das principais festas da cristandade, além de esclarecer que os antigos povos pagãos europeus, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Easter, em inglês, derivada de Eostre, deusa anglo-saxã do amanhecer. Ostera ou Ostara é a Deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade.
 
Os ovos de páscoa
 
Conforme os historiadores, na antiguidade os egípcios e persas costumavam tingir ovos com cores da primavera e presentear os amigos. Para os povos antigos o ovo simbolizava o nascimento. Por isso, os persas acreditavam que a Terra nascera de um ovo gigante.
 
Os estudiosos afirmam que os cristãos primitivos do oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa simbolizando a ressurreição, o nascimento para uma nova vida. Nos países da Europa costumava- se escrever mensagens e datas nos ovos e doálos aos amigos. Em outros, como na Alemanha, o costume era presentear as crianças. Na Armênia decoravam ovos ocos com figuras de Jesus, apesar de não serem comestíveis, eram reconhecidos como um presente original simbolizando a ressurreição.
 
O chocolate
 
Conta-se que a história desse envolvimento entre a figura dos ovos com o chocolate teve início com as civilizações dos Maias e Astecas, que consideravam o chocolate como algo sagrado, tal qual o ouro, que utilizavam como moeda.
Segundo dados da história, na Europa aparece a partir do século XVI, tornando- se popular rapidamente em uma mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. O chocolate, na história, foi consumido como bebida. Era considerado como alimento afrodisíaco e dava vigor. Por isso, era reservado, em muitos lugares, aos governantes e soldados. Os bombons e ovos, como conhecemos, surgem no século XX.
 
Espiritismo e a Páscoa
 
O Espiritismo não celebra a Páscoa, mas respeita as manifestações de religiosidade das diversas igrejas cristãs, e também não proíbe que seus adeptos manifestem sua religiosidade.
 
O Espiritismo, embora sendo uma Doutrina Cristã, entende de forma diferente alguns dos ensinamentos das Igrejas Cristãs. Na questão da ressurreição, para nós, espíritas, Jesus apareceu à Maria de Magdala e aos discípulos, com seu corpo espiritual, que chamamos de perispírito. Entendemos que não houve uma ressurreição corporal, física. Jesus de Nazaré não precisou derrogar as leis naturais do nosso mundo para firmar o seu conceito de missionário. A sua doutrina de amor e perdão é muito maior que qualquer milagre, até mesmo a ressurreição.
 
Isto não invalida a Festa da Páscoa se a encararmos no seu simbolismo. A Páscoa Judaica pode ser interpretada como a nossa libertação da ignorância, das mazelas humanas, para o conhecimento, o comportamento ético-moral. A travessia do Mar Vermelho representa as dificuldades para a transformação. A Páscoa Cristã representa a vitória da vida sobre a morte, do sacrifício pela verdade e pelo amor. Jesus de Nazaré demonstrou que pode-se executar homens, mas não se consegue matar as grandes idéias renovadoras, os grandes exemplos de amor ao próximo e de valorização da vida.
 
Como a Páscoa Cristã representa a vitória da vida sobre a morte, queremos deixar firmado o conceito que aprendemos no Espiritismo, que a vida só pode ser definida pelo amor, e o amor pela vida. Foi por isso que Jesus de Nazaré afirmou que veio ao mundo para que tivéssemos vida em abundância, isto é, plena de amor.
 
Fonte:  http://www.radioboanova.com.br/novo/noticia.php?NOTCODIGO=6325721
Texto de Amílcar Del Chiaro Filho

sábado, 23 de março de 2013

CANTO CORAL


Canto coral é o nome dado ao conjunto 
de atividades ligadas a um coro ou a uma
capela.

Ainda que afeito à música, o canto 
coral vai além das questões musicais e
converte-se numa atividade que
envolve asociologia, a musicoterapia, 
psicologia, a antropologia, a 
fonoaudiologia e outras ciências afins.
Ninguém pode afirmar com exatidão 
quando o canto coral teve início.

O que se tem são registros que nos 
fazem supor a sua antiguidade. Um
dos mais antigos se encontra na Caverna 
de Cogul na Espanha, datando do
período neolítico. Essa imagem nos faz 
crer que existia canto e dança coletivos
já na pré-história e ainda que de maneira 
muito rudimentar o canto coral estava
presente. Os primeiros coros aparecem
a Europa por volta do ano 1000 nos 
mosteiros e comunidades religiosas, numa
herança do culto judaico, acredita-se porém,
que no Séc. I os cristãos em Roma já
cantavam em coro. Na Grécia Antiga 
se faz referência a um coro, ligado
ao teatro grego.

Com o desenvolvimento da linguagem 
musical, no século X, se tem registro em 
escrita neumática que sugere o canto coletivo.
No séc XII surgem os primeiros 
registros específicos de música feita para coro.
Na atualidade o canto coral é 
amplamente difundido e é praticado
em universidades, escolas, igrejas, 
associações, clubes e empresas, além de 
grupos independentes que realizam um 
trabalho de grande aceitação.

Apresentação na Basílica do Carmo - Encontro de Corais na Quaresma do Recife 2013